A NOSSA CASA, QUEREMOS QUE SEJA A SUA TAMBÉM

Bem-vindo ao nosso turismo rural.

A REGIÃO

As magníficas e selvagens praias da Costa Vicentina são, sem sombra de dúvida o chamariz mas a região de Odemira é muito mais do que areais. No interior do concelho as espécies autóctones ainda subsistem e a variedade paisagística vive lado a lado com uma comunidade cada vez mais multicultural. Mais de 60 nacionalidades estão registadas no maior concelho do país, transformando esta região num local de novas oportunidades de vida e de lazer.

A NOSSA HISTÓRIA

RECONSTRUÇÃO

A casa centenária em taipa renasceu depois de um longo processo de envolvimento colectivo das famílias Silva, Coutinho e Carvalho, dos inúmeros amigos que connosco – Paula e Alexandre – partilharam um percurso trabalhoso mas cheio de memórias inolvidáveis.

ABERTURA AO TURISMO

Em 2009 o projecto cresce para turismo rural. A casa nova começa a ganhar forma e abre aos hópedes em 2012 com dois quartos duplos onde a alma dos anteriores proprietários ainda subsiste na forma de pequenas esculturas assinadas pela Liberdade Sobral

GLAMPING

Com o objectivo de preservar a natureza envolvente e minimizar o impacto paisagístico, a Figueirinha Ecoturismo cresce e abraça o conceito de glamping (glamorous camping), primeiro com a tenda de safari Kanimambo, mais tarde com as tendas star gazer Ha-wena e Maningue Nice

É um lago, é uma piscina, é um ecossistema para todos os seres vivos.

A NOSSA EQUIPA

Paula

Estalajadeira
Nasci em Moçambique onde as relações humanas eram fáceis e afectuosas. Talvez devido a estas raízes sou comunicativa e adoro conhecer pessoas. Ser estalajadeira – como gosto de apelidar esta forma de vida – é compensador por isso mesmo e porque por vezes os regressos acontecem e novas amizades também. Na Figueirinha cozinho para os hóspedes como cozinho para a minha família, pratos inspirados na cozinha mediterrânica. Raramente a ementa é planeada com antecedência, é antes construída em redor dos produtos que estão disponíveis nesse dia no mercado ou nas lojas locais. Simplicidade e sustentabilidade são apenas duas das razões pelas quais é tão bom viver na Figueirinha. Aqui viajo ao sabor do vento que atravessa o vale até ser tempo de partir para descobrir outros mundos, novos e velhos, visitados ou ainda por visitar porque também eu gosto de regressar.

Alexandre

"Faz-tudo"
Nasci em Lisboa, ainda antes do primeiro homem chegar à lua! No Maio de 68, estava em Paris, depois em Lyon e em Bruxelas. Regressei a Portugal em 1974, depois da Revolução dos Cravos. Ganhei gosto pelas viagens nos livros de Júlio Verne e nas bandas desenhadas do Tintin e de Corto Maltese. A minha paixão por ilhas, já me levou dos Açores à Nova Zelândia, de Cuba a Santa Catarina ou de Bora Bora à Magnetic Island, mas é em África, nas praias das ilhas de Cabo Verde, de S. Tomé e Príncipe ou do arquipélago das Quirimbas, que me reencontro. Jornalista de profissão há mais de 30 anos, troquei a azáfama das redacções pela tranquilidade de um turismo rural no Alentejo, a Figueirinha Ecoturismo, que é também a sede da editora de livros Contra a Corrente. Aqui, gosto de receber amigos e viajantes de todo o mundo, partilhando experiências à volta da mesa, saboreando o melhor que a cozinha portuguesa e mediterrânica tem para nos oferecer.

Lurdes

Manageira
Sou alentejana, nascida e criada. Muitos sairam à procura de melhores vidas, mas para mim este é o meu lugar, é aqui que se tem a melhor qualidade de vida, o melhor ar e os melhores cogumelos. Trabalho na Figueirinha Ecoturismo há cinco anos, no entanto já não se trata apenas de um meio de vida, é uma segunda casa. Gosto de ser prestável, ajudar em tudo o que está ao meu alcance e a minha grande paixão são as flores e os gatos. Sou comunicativa, brincalhona e obstinada. Visto a camisola!

Cookie

A melhor amiga
Olá! Sou a Cookie, uma cadela border collie, com oito anos. A minha raça é originária da fronteira entre a Escócia e a Inglaterra, mas eu nasci no Alentejo. Viajei para a Madeira e depois para o Porto, antes de voltar para o Alentejo, com os meus novos donos, a Paula e o Alexandre. Aqui na Figueirinha, sou feliz! Posso passear pelo montado, correr atrás das ovelhas – já tive duas borregas, a Isaura e a Clementina – e brincar com as pessoas que nos visitam, e também de apanhar gotas de água da chuva. Gosto mesmo muito de pessoas, de carícias, de figos e de tomar banho de mangueira, quando os meus donos estão a regar a horta e o jardim. Também gosto de ir à praia e de andar de carro. Só não gosto lá muito é das gatas mas, enfim, como diz o meu dono “il faut de tout pour faire un monde” (“é preciso tudo para fazer um mundo”).

Meia Leca

Espertalhona
Olá! Chamam-me Meia Leca, porque sou pequenina e tenho patas curtas. Mas ninguém me apanha quando corro atrás das ovelhas, dos carros e dos saca-rabos. Posso não ter pedigree, como a Cookie, mas tenho a fibra e a energia de um verdadeiro Jack Russel cruzado com podengo português, também conhecido como “cão coelheiro”. Chamam-me “rufia”, porque não paro de ladrar quando passa alguém ao portão, mas todos sabem que sou uma mãe extremosa. Criei as minhas duas filhas, a Joa e a Mali, além de ter tomado conta da gata Passarinha no seu primeiro mês de vida, aqui na Figueirinha. Gosto muito dos meus donos, que me adoptaram, da Cookie e das gatas Alice e Ema. Adoro bolachas e passo-me por uma boa massa de esparguete ou por um bom osso. Esse, ninguém mo tira!

Ema e Alice

A guardião e a aventureira
“Miando pouco, arranhando sempre, e não temendo nunca”, esta máxima de um ilustre escritor alentejano, Fialho de Almeida, reflecte bem a personalidade da nossa gata Ema, a mais arisca e dominadora. É fácil de reconhecer, pela cauda preta e manchas pretas na cabeça. Já a sua irmã Alice, é mais dócil e ternurenta, embora se revele a mais aventureira e uma melhor caçadora. Riscas na cabeça e na cauda, são os seus traços distintivos. Ambas apreciam os bons petiscos, o conforto das almofadas da sala de estar e o suave calor da lareira nos dias mais frios e chuvosos. E, se as deixarem, não hesitam em entrar nos vossos quartos e tendas de glamping para vos cumprimentar. A Ema e a Alice são filhas da mesma ninhada da gata Mimo e nasceram na vizinha aldeia da Ribeira do Salto, em Abril de 2015.
"Pequeno-almoço diversificado e com produtos locais, pão muito bom e doces caseiros. O sítio é paradisíaco e excelente para "desligar" e sentir a natureza! Os anfitriões (Paula, Alexandre e Lurdes) são super simpáticos e fazem-nos sentir em casa!"
Teresa
Portugal

ACTIVIDADES/PARCERIAS

Passeios pedestres na Rota Vicentina, passeios a cavalo, de bicicleta, de canoa, as hipóteses são inúmeras. Explorar caminhos na serra ou na várzea, conhecer os moinhos da região, de vento e de maré, ou efectuar o reconhecimento das espécies de aves existentes, e até, para os amantes de astronomia, a observação do céu, são apenas algumas das propostas possíveis. Ajudamo-lo a reservar a actividade que quiser.

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